domingo, 27 de março de 2011

Rapaz, hoje fui ao cinema ver uma comédia romântica (“Tens a certeza?”), era mais ou menos, dentro do género. Ficas já a saber que eu gosto desse tipo de filmes, se é que estás a perceber (vens ver uns filmezinhos desses comigo, eh, eh, eh). Bem, a nossa história parece-se um bocado com uma comédia romântica, embora, às vezes, seja mais a dar para o trágica. Hoje, por acaso, aconteceu-me uma coisa trágica no centro comercial onde fui ao cinema: fui comprar um bolo e a minha carteira de repente desapareceu, às tantas vejo um tipo com uma carteira igual à minha a sacar notas lá de dentro, pensei que me estivesse a roubar e agarrei na carteira desatando, ao mesmo tempo, aos berros (“essa carteira é minha!!!!!!!” - Bianca no seu melhor). Depois lá percebi que a carteira não era minha, a minha carteira apareceu, pedi mil desculpas ao tipo, que estava completamente fodido, foi uma vergonha. A minha mãe diz que tão depressa não sai comigo à rua. Bem, a situação até teve uma certa piada. Os meus pais são muito sérios. Nunca se riem das minhas piadas. E olha que algumas têm realmente piada. Uma piada muito duvidosa. Eh, eh, eh. A minha irmã foi para a night, e eu nada, chateia-me um bocado. Quer dizer a pessoa não precisa de sair todos os fins-de-semana, mas pelo menos um ou outro já ia bem. Tu deves gostar de sair, cheira-me. Andar a chafurdar na noite. Ainda hás-de tomar um Baileys comigo, mesmo se o achares intragável. A hora muda hoje, avança uma hora, e tu, mudas de ideias em relação a mim? Oh lindinho, sinto-me sozinha. Bastava uma frase tua, mas uma frase daquelas que nunca se esquece. Tanta saudade, tanta saudade. Vem lá para ao pé de mim agora. Não há nada que me faça esquecer-te, nem pensar menos em ti. Gostava que também estivesses nesta angústia, que gostasses de mim desta maneira. Bem, já sabes isto tudo… Beijo quente sonoro

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